centro da discussão que levou governo e Cegás à Justiça está no ajuste de preços que a Petrobras quer operar, aplicando um aumento médio de 40%, segundo o governo. Na peça apresentada à desembargadora - e citada por ela na decisão -, os impetrantes demonstram que a proposta "menos danosa" representa uma redução de 75 mil metros cúbicos de gás natural por dia no volume contratual de fornecimento ao mesmo tempo que um aumento no preço de R$ 73.451.320 é feito.A Petrobras estava tentando impor um preço que iria causar enormes prejuízos para a economia do Ceará, já que iria encarecer significativamente o preço do gás natural, insumo estratégico para os setores industrial, automotivo e comercial do Estado", destacou Hugo Figueirêdo, presidente da Cegás, em nota.
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